Enem terá prova 100% digital até 2026, segundo o MEC

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A previsão parece distante, mas o exame de 2020 já será aplicado digitalmente para 50 mil candidatos, em 15 capitais do país, garantiu o Ministério da Educação (MEC) em anúncio feito nesta quarta-feira, dia 03.
Os planos do MEC são de que em 2026 já não haja mais a prova impressa.

No entanto, os estudantes que prestam a prova neste ano, não serão afetados com nenhuma mudança.

Já no ano que vem, os candidatos poderão optar pela prova digital. Os 50 mil que participarão do piloto serão selecionados por ordem de inscrição. Eles farão a avaliação em dois domingos: 11 e 18 de outubro (inclusive a redação). Os participantes do Enem regular terão uma outra data: 1º e 8 de novembro de 2020.

O número de aplicações aumentará progressivamente. Em 2021, serão feitas duas edições do Enem digital. De 2022 a 2025, a ideia é ter quatro provas ao longo do ano, ainda no formato opcional. E, em 2026, extinguir de vez o papel. As regras de taxa de inscrição e correção da prova serão as mesmas para os dois públicos: do Enem digital e do tradicional.

A longo prazo a intenção é que a prova chegue a um modelo agendada.

O custo da digitalização 

Agora se formos falar de custo, a prova digital sairá mais cara. O custo da sua aplicação para os 15 mil candidatos em 2020, será de R$ 20 milhões (uma média de R$ 400 por participante). No modelo atual, presencialmente, a prova custa cerca de R$ 100 por aluno. Hoje, o Enem demanda mais de R$ 500 milhões.

E aí, mesmo custando mais para os cofres você é favor da prova digital?

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